Os
réus - Jennifer R. Clason, Jeffrey A. Kilbride e James R. Schaffer - serão
julgados pelo envio de spams que anunciavam sites de pornografia. Operação é
considerada uma das 200 maiores fontes de spam da internet.
Três acusados de enviar quantidades massivas de spam podem ser presos após
serem indiciados por um júri no Arizona, Estados Unidos, pela acusação de
violar a lei CAN-SPAM, de 2003.
Os réus - Jennifer R. Clason, Jeffrey A. Kilbride e James R. Schaffer -
serão julgados pelo envio de spams que anunciavam sites de pornografia,
segundo o Departamento de Justiça norte-americano.
Os sites em questão pagavam comissões ao grupo em retorno pelo aumento do
tráfego nas suas páginas. A operação dos acusados é considerada uma das 200
maiores fontes de spam da internet, segundo o instituto de pesquisa The
Spamhaus Project, especializado nesta área.
A América Online (AOL) recebeu mais de 600 mil reclamações relacionadas à
atuação dos réus, entre janeiro e junho do ano passado. O número de pessoas
que recebeu spams do trio pode chegar a dezenas de milhões.
Os acusados compravam grandes quantidades de banda na internet de grandes
provedores, e com isso ganhavam blocos de endereços IP, que utilizavam para
enviar os spams.
Quando uma porção dos endereços era bloqueada, o grupo passava a utilizar
outra fatia. Quando as possibilidades em provedor se esgotavam, eles
migravam para outro.
Se condenados, os três podem enfrentar um longo período na cadeia. Kilbride
and Schaffer podem receber uma pena máxima de 20 anos de reclusão pelas
acusações de lavagem de dinheiro, e cinco anos de prisão pelas acusações de
obscenidade.
As sentenças máximas para prática de spam e conspiração criminal são de
cinco cada. Schaffer também pode pegar dois anos pela acusação de manter
arquivos impróprios de pornografia.
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