A penúltima “terça-feira negra” do ano chegou tímida, contando com
apenas dois boletins de segurança, um Crítico e outro Importante,
eliminando um total de quatro brechas de segurança em produtos
Microsoft. Duas das falhas consertadas eram conhecidas publicamente.
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Viajantes que chegavam aos Estados Unidos vindos do exterior ficaram trancados em longas filas nos aeroportos em função de um vírus que derrubou o sistema da alfândega. A queda do sistema durou várias horas. De acordo com o porta-voz Russ Knocke, o ataque do vírus ocorreu na noite de ontem nos aeroportos de Nova York, San Francisco, Miami, Los Angeles, Houston, Dallas e Laredo, no Texas, entre outros.
Imediatamente, os agentes passaram a realizar as inspeções e controles de
modo manual. Knocke não quis dar detalhes sobre a origem do vírus, mas disse que
a operação de investigação está aberta.
O problema nos computadores começou em sistemas de bancos de dados
localizados na Virginia e duraram das 18h até cerca de 23h30, disse Zachary
Mann, porta-voz da alfândega, no sul da Flórida.
A pior situação, aparentemente, foi no aeroporto internacional de Mimai, onde
entre 4 a 5 mil pessoas esperaram noite adentro pelos serviços da Imigração.
Hoje tudo voltou ao normal.
Briant Hunt e sua mulher, citados em reportagem da Associated Press, voltavam
de uma viagem à Espanha e disseram ter ficado por cerca de cinco horas
aguardando a normalização dos serviços. "O agente foi educado conosco. Foi
apenas um acontecimento infeliz, mas isso acontece. A quem se pode culpar?",
disse Hunt ao jornal The Miami Herald