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Tecnologicamente, Pequim está em uma encruzilhada. É a capital do maior
mercado mundial de celulares e internet, e suas universidades,
principalmente Tsinghua University, abrigam algumas das melhores mentes
do mundo em termos de tecnologia.
Ao mesmo tempo, a cidade não pode ser comparada às suas vizinhas
asiáticas, como Tóquio, Seul e Hong Kong, quando se trata de serviços
de telecomunicações, como redes 3G. Seu acesso à internet é censurado e
muito mais lento que nas cidades citadas: a conexão mais rápida, da
China Netcom, é ADSL e vendida a 2 Mbps, mas muitas vezes os registros
ficam abaixo de 1 Mbps.
Enquanto o país ganha o ouro em tamanho de
mercado de tecnologia, é em muitos casos derrotado em termos de
qualidade de aplicação da tecnologia.
O básico: A rede
eletricidade na China é de 220 Volts. A energia de Pequim é
consistente, mas fontes de proteção de alguns tipos são aconselhadas.
Tomadas são de dois tipos: as de dois pinos finos verticais - como
todas as usadas na América do Norte - e as de três pinos, como um
vertical fino e dois inclinados, como os adaptadores do Reino Unido
(para as tomadas que não convertem voltagem). Adaptadores de energia já
estão disponíveis em lojas de departamentos e supermercados.
A
grande questão a ser encarada pelo visitante será o idioma. Apesar das
crianças estudarem inglês por anos nas escolas, a ênfase está em ler e
escrever, não em falar e ouvir. Por isso, os taxistas falam um inflês
funcional. Para pegar um taxi, é essencial ter seu destino escrito em
chinês para mostrar ao motorista. Você também pode mergulhar em um guia de imersão em mandarim,
que provê não apenas o equivalente da frase em caracteres chineses,
como a ‘romanização’, ou seja, o ‘como-se-lê’, com letras do alfabeto
romano, caso você tente falar algo.
Manter-se conectado: A rede celular atual da China é 2G no
padrão GSM. A maior parte dos aparelhos dual, tri ou quad-band serão
capazes de se conectar lá, desde que você tenha roaming internacional
com a China Mobile ou China Unicom. Verifique com sua operadora antes
de sair de casa. O serviço Blackberry tem suporte na China, inclusive o
da norte-americana T-Mobile, mas, novamente, confirme antes de partir
para os jogos olímpicos.
A rede GPRS (2.5G) é oferecida
comercialmente pela China Mobile, mas apenas para contas pós-pagas e
restrita aos cidadãos chineses. A habilitação será possível se o
visitante estiver ligado a alguma empresa na China ou tiver um amigo
local que esteja disposto a fazer esse favor.
A rede 3G ainda
não está disponível comercialmente na China e telefones de outros
países receberão apenas suporte 2G, como o TD-SCDMA chinês, não
compatível com padrões 3G.
Usuários de telefones GSM
desbloqueados podem economizar cargas em roaming comprando um SIM card
pré-pago. É fácil de encontrar e barato. Qualquer escritório da China
Mobile ou da China Unicom pode vendê-lo pelo equivalente a 4,40
dólares, ou ainda em qualquer banca de jornal das calçadas de Pequim.
Cartões de recarga são encontrados de 40 iuan (5,85 dólares) a 100 iuan
(14,64 dólares) e os menus de recarga estão disponíveis em chinês e
inglês.
Sem celular? Você pode comprar um pelo equivalente a 40 dólares se procurar pelas lojas que estão em todos os lugares de Pequim.
Os
turistas que preferem usar linhas fixas, Skype e outros tipos de
ligação entre PCs ou de PCs para linhas externas, não terão
dificuldades. Cartões de Telefonia por IP são vendidos de 10 a 100 iuan
(1,46 dólar a 14,64 dólares).
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