O Ministério da Saúde avisa aos internautas que estão sendo enviados pela e-mails falsos com pedidos de ajuda às vítimas do maremoto que atingiu a Ásia. A mensagem é enviada como se sua origem fosse o ministério e conta, inclusive, com uma assinatura do ministro.
Suporte 24 hrs
(47) 9131 0258
MSN / E-mail:
Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos vem
mantendo silêncio sobre a contratação de um dos mais conhecidos
juristas daquele país, o ex-vice-presidente da Walt Disney, Sanford
Litvack, para a investigação e um possível processo antitruste contra o
Google por seu crescente domínio no mercado de publicidade on-line.
De acordo com observadores da indústria, ouvidos
pelo The Wall Street Journal, a contratação de Litvack é um forte sinal
de que o governo americano se prepara para tomar medidas judiciais
contra o site de buscas e também em relação a sua parceria com o Yahoo
no segmento de publicidade on-line. O acordo levantou receios de que
dará muito poder ao Google num mercado avaliado em US$ 65 bilhões. Ele
foi anunciado em junho, mas a implementação está atrasada. Calcula-se
que as duas empresas juntas seriam responsáveis por mais de 80% de
anúncios em buscas.
Nas últimas semanas, os advogados do Departamento de Justiça
começaram a convocação de testemunhas para deporem, através do envio de
intimações judiciais, segundo informaram pessoas ligadas ao caso. Eles
ressaltaram, porém, que isso nem sempre significa que o caso chegará
aos tribunais.
Litvack, que foi chefe do órgão antitruste do Departamento de
Justiça durante o governo do presidente Jimmy Carter, foi convidado a
examinar as provas reunidas até agora e para construir um processo, se
a decisão for de que realmente o Google viola a legislação antitruste.
Ainda não está claro se o alvo da Justiça será somente a parceria
entre o Google e o Yahoo ou se a investigação terá um espectro mais
amplo, sobre a conduta do Google no negócio de publicidade on-line. O
acordo com o Yahoo da direito ao Google de vender anúncios em buscas e
nos textos de sites do Yahoo, e as receitas serão partilhas entre as
duas empresas.
A exibição de publicidade em buscas na web, na qual o Google exerce
um domínio incontestável, tem transformado a indústria de mídia.
Portanto, um processo antitruste do governo americano contra a empresa,
segundo analistas, poderia estabelecer novos limites para a
concorrência na internet, assim como ocorreu na década passada, quando
o Departamento de Justiça moveu uma ação contra a Microsoft, rompendo o
terreno aplicação da legislação antitruste às novas tecnologias.
O Google afirmou que o acordo com o Yahoo não viola a lei
antitruste. E defendeu energicamente – antes do testemunho público no
Congresso e das reuniões privadas com os advogados do Departamento
Justiça – que o negócio é pró-concorrência. As empresas dizem que
esperam fechar o negócio até início de outubro, para permitir que as
autoridades antitruste dos EUA concluam a análise.
"Nós voluntariamente atrasamos a execução do acordo para dar ao
Departamento de Justiça tempo para compreendê-lo, e continuamos a
trabalhar cooperativamente com eles", disse o Google em comunicado.
"Embora tenha havido muita especulação sobre o potencial impacto deste
acordo sobre os preços dos anúncios, pensamos que é prematuro os órgãos
reguladores suspendê-lo antes de ser executado, quando todos poderão
julgar o seu real impacto no mercado", finalizou a nota.