Suporte 24 hrs
(47) 9131 0258

MSN / E-mail:
Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email
SKYPE
mibdata

Dúvidas?

<?$Financeiro/Suporte ?>

E-mail:
Senha:
 

<? $Painel / Webmail ?>

Username/Email:

Senha:

Login para:
Advertisement
Home seta Notícias seta Internet seta Alguns cliques para vender mais
Alguns cliques para vender mais PDF Imprimir E-mail
Classificação: / 0
FracoBom 
01-Abr-2009

Bens de consumo faturaram R$ 8,2 bilhões com o comércio on-line em 2008. Indústria dá os primeiros passos no segmento

O brasileiro está comprando mais pela internet. Em 2008, o comércio eletrônico no País teve faturamento de R$ 8,2 bilhões, significativo aumento de 30% na comparação com o ano anterior. Não seria para menos: hoje somos cerca de 50 milhões de internautas passando - em média - 23 horas semanais navegando na rede mundial de computadores.

Os dados acima estão na pesquisa da consultoria E-bit, divulgada na semana passada, e apresenta os números do comércio varejista. O estudo aponta que o e-commerce (nome dado ao tipo de compra e venda praticada na internet) está em franca expansão e deve aumentar cerca de 25% este ano. O setor deve chegar aos dois dígitos de faturamento em 2009.

Apesar dos dados se referirem ao comércio eletrônico de bens de consumo, a indústria de bens de capital pode se beneficiar da disposição do brasileiro em fechar negócios on-line. Com a oferta de máquinas e equipamentos cada vez mais acirrada, basta um clique no mouse para esmiuçar uma máquina sem mesmo visitar um galpão.

Muitas empresas já entenderam a importância dessa ferramenta e apostam na rede mundial para divulgar seus serviços. O momento econômico pede novas soluções e a web pode ser uma boa alternativa. A Casa dos Macacos, por exemplo, está a um passo de oferecer aos seus clientes a compra de seus produtos totalmente via internet. "Estamos implementando o e-commerce em três meses. No momento, trabalhamos no layout do novo site", conta Valdemar Ferrari, responsável pelo marketing da empresa.

Já acostumada ao ambiente B2B virtual, A Casa dos Macacos hoje dispõe de um serviço de cotação on-line. "Ainda é preciso ligar para nossa empresa para fechar a compra de equipamentos, mas em breve isso mudará. Ofereceremos preço e opções de pagamento pela internet", adianta Ferrari. Segundo ele, a maior parte das cotações vem da web.

Vitrine on-line
Um primeiro passo para entrar no ambiente on-line é divulgar produtos na internet. Sites de busca são uma ótima opção para quem quer marcar território na web. Outra alternativa é focar no público-alvo por meio de sites especializados.

Criado em novembro de 2007, o Radar Industrial (www.radarindustrial.com.br) conta com um serviço gratuito de busca de produtos e serviços industriais voltado para engenheiros, técnicos, gerentes de compra e industriais de todo o setor de bens de capital. O portal não comercializa máquinas e equipamentos, mas coloca comprador e vendedor em contato, agilizando a negociação.

A Digitrol atua no mercado de instrumentação industrial e aposta na web para divulgar seus produtos. A empresa de médio porte, com sede na capital paulista, investiu em seu endereço eletrônico e o reformulou em maio de 2008. "Temos consciência de que estar na internet é fundamental nos dias de hoje. Lá, expomos nossos produtos e mostramos nosso catálogo de equipamentos. Hoje, temos banners e links patrocinados na web", argumenta Denise da Costa Siqueira, do departamento de marketing da empresa.

Num futuro não muito distante, a Digitrol pretende entrar para o comércio eletrônico. "Pensamos na possibilidade para alguns de nossos produtos, já que não trabalhamos com muitos itens de prateleira", pontua Denise.

O Exemplo dos varejistas
A pesquisa da E-bit aponta ainda que as empresas de pequeno e médio portes estão ganhando mais espaço no comércio eletrônico. É cada vez mais comum ver empresas como a Digitrol gerenciando conteúdo em sites e divulgando seus serviços em buscadores.

Para Pedro Guasti, diretor-geral da E-bit, o menor custo para implantação e divulgação on-line de uma loja, aliado a maior oferta de ferramentas e fornecedores especializados em e-commerce, são os principais responsáveis para a desconcentração do mercado de comércio eletrônico. "É possível encontrar dispositivos para segurança, crédito, propaganda on-line, logística e pós-venda com custos acessíveis, o que garante uma presença mais democrática das lojas."

No caso dos varejistas, os pequenos e médios registraram um crescimento de 6% na participação no mercado se comparado os resultados dos grandes em 2008. Segundo Guasti, isso demonstra a maturidade do consumidor, já que ele deixou de se guiar somente por grifes e lojas de marca reconhecida e passou a buscar a melhor oferta e condição de venda por meio da informação disponível de loja e produtos em sites de busca, comparação de preços e conteúdo colaborativo (Web 2.0).

Entretanto, o executivo da E-bit alerta para o cuidado com a segurança que os sites de compra oferecem. E isso vale para qualquer tipo de comércio eletrônico. "Antes de comprar um produto, é necessário checar a credibilidade e a reputação da loja".

De qualquer maneira, vê-se no comércio eletrônico uma tendência, abrindo espaço e oportunidades para pequenas e médias investirem nesse setor. Pense nisso.

Fonte Kleber Pinto
Da Redação da P&S online

 

Nós da MIB Data estamos aqui para desenvolver e hospedar sua loja ou vitrine virtual, parcelamos em até 24x no cartão de crédito facilitando ainda mais para que você tambem entre para esse mundo lucrativo. Caso queira saber mais sem compromisso estamos a sua inteira disposição.
Sabedorize este link no WebSapiensAdicionar esta notícia no rec6Adicionar este links no eu curti!Adicionar esta notícia no LinkkLink TOUêbadiHITTAdicionar ao favorito do BlogBlogsDel.icio.us!Google!Technorati!Yahoo!
 
< Anterior   Próximo >
Softwares que não podem faltar!

 

Notícias Relacionadas