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por Augusto Campos
Este tutorial explica como escolher uma distribuição, obter na
Internet e gravar seu próprio CD de Linux, além de dar dicas sobre como
você pode adquirir CDs de Linux ou mesmo solicitá-los gratuitamente.
Nota: este artigo pode ser reproduzido livremente, nos termos da licença ao final do mesmo.
Algumas das perguntas mais frequentes na minha correspondência são
variações sobre um mesmo tema: “Se o Linux é livre, por que temos que
pagar por ele?”, ou “Como posso obter o Linux na Internet”, ou ainda
“Como posso criar meus próprios CDs de Linux?”.
Não é minha intenção neste momento explicar mais uma vez a diferença conceitual entre software livre e software grátis,
mas o fato é que você pode mesmo obter o Linux gratuitamente, gravar
seus próprios CDs, e instalá-los onde quiser. As dificuldades técnicas
não são excessivamente grandes, principalmente se você possuir uma
conexão rápida à Internet, portanto vamos ver passo a passo como fazer.
Ao longo deste artigo, veremos
- O que é Linux
- Selecionando uma distribuição
- Qual a melhor distribuição
- Como escolher uma distribuição para computadores ou notebooks antigos (novo)
- Definindo critérios objetivos
- Como fazer o download ou adquirir
- Como receber CDs de Linux grátis pelo correio (novo)
- Live CDs: Linux sem instalação
- Como gravar o CD de Linux
Leia também os artigos: O que é Linux e O que é distribuição de Linux
O que é Linux?
Nota: veja também os artigos mais específicos: O que é Linux e O que é distribuição de Linux.
Linux é um sistema operacional criado em 1991 por Linus Torvalds,
então um estudante finlandês, e hoje mantido por uma comunidade mundial
de desenvolvedores (que inclui programadores individuais e empresas
como a IBM, a HP e a Hitachi), coordenada pelo mesmo Linus, agora um
desenvolvedor reconhecido mundialmente.
O Linux adota uma licença livre – o que significa, entre outras
coisas, que todos os interessados podem usá-lo e redistribuí-lo. Aliado
a diversos outros softwares livres, como o KDE, o GNOME, o Apache, o
Firefox e o OpenOffice.org, o Linux pode formar um ambiente moderno,
seguro e estável para o seu desktop ou servidor.
Selecionando uma distribuição
Você pode obter o Linux de diversas origens. Nunca opte por uma
versão antiga – é comum encontrar usuários novos com dificuldades
típicas de 2 anos atrás (”O Linux não reconhece meu hardware”, “Não
consigo discar para a Internet”) justamente porque instalaram uma
versão de 2 anos atrás, que estava guardada num armário.
O Linux evolui muito rapidamente, e os principais distribuidores
tendem a lançar versões novas a cada 3 ou 4 meses, ou pelo menos
semestralmente. Como em geral você pode obter o software gratuitamente
ou a custo baixíssimo, não faz sentido optar pela versão antiga –
espere mais alguns dias, e instale a mais recente.
Outro erro a ser evitado é optar por uma mini-distribuição, “para ver como é esse tal Linux“.
De fato, existem mini-distribuições de boa qualidade, que podem ser
instaladas na mesma partição que o Windows, e cujo download pode ser
bem menor do que uma distribuição completa. Mas em geral o que você
pode fazer com ela é limitado, e o suporte que você encontra na
comunidade usuária é mais restrito, porque são raros os usuários
experientes (portanto aptos a responder perguntas) que utilizam esse
tipo de sistema.
Não vou indicar uma distribuição para você – todas têm vantagens e
desvantagens. Cada caso é um caso, e eu opto entre elas de acordo com a
necessidade do momento. Para saber as características de cada uma, você
pode pesquisar nos artigos do BR-Linux,
ou consultar os sites de cada uma delas. Segue uma lista parcial de
distribuições de Linux disponíveis para download, para facilitar sua
escolha:
E qual a melhor distribuição de Linux?
Não tenho a menor dúvida de que esta é a pergunta mais frequente na
absoluta maioria dos fóruns e listas de discussão sobre Linux do mundo.
Ela pode vir de várias formas. Pode ser genérica ou específica,
aberta ou qualificada. O usuário estreante que quer instalar o Linux em
seu computador de casa pergunta qual a melhor entre as distribuições
que ele viu na banca de jornal. O administrador de sistemas acostumado
a outras arquiteturas quer saber qual a melhor distribuição para seu
servidor. O usuário que não conseguiu fazer funcionar seu hardware quer
saber qual a melhor para funcionar com Winmodems e outros periféricos
de projeto exótico. E todos continuam perguntando: qual a melhor
distribuição?
Ao contrário de outras perguntas frequentes, esta é uma que costuma
ser sempre respondida. Isto porque a maior parte das distribuições
possui verdadeiros fã-clubes, com usuários que recorrem a argumentos
inflamados para tentar demonstrar mais uma vez, e definitivamente, que
a sua distribuição de Linux preferida é a melhor de todas,
incontestavelmente a única escolha sensata para instalação, não
importando se é para rodar o Oracle em um servidor de 4 processadores,
um programa de ensino à distância no Pentium 133 de uma escola ou os
ambientes de trabalho da área de marketing de uma multinacional.
Entretanto, como as respostas dos vários fã-clubes se entrechocam,
o usuário que fez a pergunta corre o risco de terminar com mais dúvidas
do que tinha quando começou. Se a instalação é em um servidor, aparecem
três bons argumentos para uso do Debian, mais três para o Red Hat, mais
3 para o Slackware, outros tantos para o SUSE, alguém dirá que o ideal
é criar
sua própria distribuição e outros responderão aos demais explicando por
que eles não devem usar Debian, Red Hat, Slackware nem SUSE.
Ato contínuo, todos passarão a discutir entre si, buscando
argumentos complexos sobre sistemas de gerenciamento de pacotes,
dependências, quem é mais antigo, quem é mais livre, quem deu origem a
quem e até sobre a vida pessoal dos mantenedores de cada uma das
distribuições. Quem ainda não assistiu a este debate em uma lista de
discussão?
A questão é antiga, e provavelmente insolúvel. Enquanto tivermos
múltiplas distribuições, teremos seus fã-clubes e também os usuários
querendo saber qual a melhor. Não há como evitar. Entretanto, os
usuários experientes tendem a se importar com a desorientação causada
nos novatos por este tipo de confusão, e procuram oferecer conselhos
comuns, cheios de bom-senso e relativamente neutros. Sugerem consultar
os websites das distribuições, consultar usuários da sua região (se
você vai querer recorrer a eles para obter suporte, é bom usar a
distribuição que eles conhecem), ou até mesmo experimentar mais de uma
até encontrar a que mais se adapta a você.
Mas será que esta é a melhor resposta? Provavelmente sim, se
tivermos que dar uma resposta curta. Entretanto, havendo tempo e espaço
para elaborar, pode-se dar respostas mais completas, sem indicar alguma
distribuição específica – já que em geral não se pode indicar uma
distribuição específica sem conhecer exatamente as necessidades e as
capacidades do interessado.
Já vi muitas tentativas de resposta a esta pergunta, baseadas nos
mais diversos argumentos: uma seria a melhor por ser a mais antiga,
outra por ter o maior número de pacotes, outra por dispensar
instalação, outra por ser usada pelo próprio Linus Torvalds, outra por
ser “a mais parecida com o Unix de verdade” (seja lá o que isso queira
dizer), outra por ter um sistema de empacotamento superior, outra por
não ter gerenciamento de dependências automático, outra por ser a mais
livre, outra por ter o ciclo de atualizações mais longo, outra por
oferecer mais documentação…
Como se vê, os critérios são múltiplos, e até mesmo conflitantes:
os fãs de uma distribuição acham que a sua é a melhor por oferecer o
maior reconhecimento automático de hardware, e os de outra acham que a
sua é a melhor de todas porque não tem reconhecimento automático
nenhum, deixando tudo nas mãos do administrador do sistema.
Há algumas classificações folclóricas também. Dizem que a
distribuição X seria melhor para desktop, outra é a rainha dos
servidores, a terceira suporta mais hardware… Embora várias delas
tenham méritos em áreas específicas, também não é possível afirmar de
maneira genérica que alguma delas seja a líder isolada e incontestável
nestas categorias.
Mas estou no meu oitavo ano de participação em listas e fóruns de
Linux, e já tive minha quota de entrar nesta discussão infinita. Com o
tempo, fui desenvolvendo uma resposta padronizada (e que não menciona
nenhuma distribuição específica) para oferecer a quem me pede ajuda
para selecionar uma distribuição, e agora vou compartilhá-la com vocês.
Use, adapte, copie, modifique, ou simplesmente ignore e continue
fazendo tudo como você já fazia. Software livre é assim ;-)
Escolhendo uma distribuição para computadores ou laptops antigos
Há uma grande variedade de distribuições, e entre elas há algumas
que possibilitam melhor desempenho em micros mais antigos, com pouca
memória ou recursos limitados.
Nosso artigo 10 distribuições Linux para PCs antigos
leva a um artigo em espanhol que apresenta 10 destas distribuições
‘light’, incluindo algumas mais conhecidas, como o Puppy, Slax e
Xubuntu, e outras menos comuns. Algumas rodam até mesmo naquele velho
486 com 16MB de RAM.
Já as histórias de ‘ressuscitação de notebooks’ usualmente
descrevem roteiros detalhados para instalar o Linux e drivers em um
modelo específico de laptop. Este artigo
é mais genérico. Como você faz para dar utilidade a um antigo notebook?
Que passos estão envolvidos? Que distribuições de Linux vão funcionar?
Leia as respostas em Usando o Linux para dar sobrevida a um notebook antigo.
Um critério para escolher a sua distribuição
Não é possível responder de forma ampla qual é a melhor
distribuição de Linux – a melhor sempre será a que atender mais
perfeitamente às suas necessidades. A resposta depende do que você
pretende fazer com o sistema, da sua capacidade e interesse de
administrar o sistema, e até mesmo de sua atitude em relação a algumas
questões políticas e filosóficas.
A maior parte das distribuições de Linux consegue disponibilizar o
mesmo conjunto de serviços, embora às vezes de maneiras bem diferentes.
Algumas já vêm com todos os aplicativos e serviços incluídos nos CDs de
instalação, outras exigem downloads e instalações adicionais. Algumas
se distinguem por uma ênfase em aspectos específicos do sistema, como a
facilidade de configuração, a quantidade de aplicativos, a segurança, a
personalização e vários outros.
No site LWN.net você pode encontrar uma lista atualizada e dividida
em categorias das distribuições de Linux, das mais conhecidas às mais
obscuras. Já no LinuxISO.org você encontra links para download de
imagens de CD da maior parte delas. E já que são tantas as opções, como
escolher uma? O primeiro passo é saber o que recomendam as pessoas a
quem você pretende pedir ajuda na hora das dificuldades. Sejam os
colegas, ou um grupo de usuários, ou até mesmo um website ou revista,
tente descobrir o que eles usam – se a distribuição indicada satisfizer
os seus requisitos, poder contar com o suporte deles pode ser
interessante.
Em seguida, faça uma lista de perguntas sobre os diversos aspectos
que podem ser do seu interesse na hora de selecionar uma distribuição.
É claro que eles variam de acordo com seu objetivo: selecionar uma
distribuição “para ver qual é a cara desse tal de Linux” no seu micro
pessoal é bem diferente do que escolher onde rodar o banco de dados do
CRM de uma empresa com 1000 funcionários. Algumas perguntas que você
deve tentar responder com a ajuda dos websites das distribuições, das
revistas especializadas, da comunidade Linux e (por que não?) com uma
mãozinha do Google são:
– Esta distribuição suporta todo o meu hardware?
- Ela inclui os pacotes de software de que necessito?
- O processo de instalação e configuração está de acordo com minhas aptidões?
- Ela tem documentação e treinamento em um idioma que eu entendo?
- O suporte prestado (gratuito ou pago) atende minhas necessidades?
- Há uma comunidade de usuários da qual eu possa participar?
- Ela lança atualizações de segurança quando necessário?
- Ela continuará sendo atualizada?
- Ela é livre? É grátis? O preço é aceitável?
Sob um conjunto de critérios objetivos, todas as distribuições
podem competir em pé de igualdade, e você pode selecionar a que pontuar
melhor nos critérios que fizerem mais sentido para a sua situação
específica. Procure as informações, conte os pontos e faça sua escolha!
Mas é errado preferir uma distribuição?
Claro que não, todos fazem suas escolhas. Eu mesmo tenho as minhas
favoritas, embora não ache que elas sejam as melhores de todas. Conheço
pessoas que tentam instalar todas as distribuições possíveis e não se
fixam em nenhuma, e outras que são ferrenhas defensoras de alguma
distribuição específica.
Mas na próxima vez que alguém lhe perguntar qual a melhor
distribuição, pare para pensar: ao invés de simplesmente dizer que a
sua preferida é a melhor, que tal ajudar a pessoa a fazer sua própria
escolha? Ensinando a pescar, ao invés de simplesmente dar o peixe que
estava mais à mão, talvez você preste um serviço de mais valor a quem
perguntou – e ao Linux.
Obtendo sua cópia via download na Internet
Embora provavelmente a forma mais fácil de obter o Linux seja
através dos CDs distribuídos como brinde em diversas revistas nacionais
(escolha sempre uma versão recente!), o jeito mais fácil de obter sua
cópia sem desembolsar nada a mais é através do download de imagens ISO,
que são arquivos (geralmente por volta de 650MB cada um) trazendo o
conteúdo completo de um CD-ROM, prontos para serem gravados em um CD,
permitindo assim que você obtenha cópias idênticas de um CD original.
Algumas distribuições (como o Knoppix e o Kurumin) são especialmente
disponibilizadas na forma de Live CDs, capazes de rodar
diretamente do CD e dispensando instalação no disco de seu computador –
uma boa forma de ter seu primeiro contato.
Como o Linux é um software livre, a maior parte dos produtores
disponibiliza imagens ISO contendo exatamente o mesmo conteúdo dos CDs
vendidos em lojas ou na Internet, e você pode fazer o que quiser com
elas – até mesmo gravar em CDs para revendê-las (e se você quiser
comprar CDs deste tipo, lojas virtuais como a Tempo Real e a LinuxMall
estão à disposição). Quando se trata de Linux, este tipo de cópia e
revenda não é irregular nem anti-ético, pois é da essência do software
livre.
Você pode procurar suas imagens ISO no site de sua distribuição
preferida – às vezes será necessário fazer o download de mais do que
uma imagem, e em outros casos o download da primeira imagem é
obrigatório, e o das outras é opcional. Raras são as distribuições que
não disponibilizam imagens ISO de instalação.
Se preferir, procure no site linuxiso.org, cuja especialidade é apontar links para imagens ISO dos CDs das distribuições de Linux do mundo todo.
Como se trata de um download grande (uma distribuição em 3 CDs
corresponde a quase 2GB de dados), certifique-se de ter espaço
suficiente no seu HD, e utilize um bom gerenciador de download. Eu uso
o wget, mas você pode escolher o que mais se adequar ao seu estilo.
Recebendo CDs de Linux gratuitamente pelo correio
A distribuição Ubuntu mantém o projeto ShipIt,
que envia gratuitamente pelo correio CDs da versão corrente do Ubuntu a quem solicita via Internet.
Para solicitar os seus, é necessário antes criar uma conta (também gratuita) no serviço Lauchpad, e depois fazer login no ShipIt. Existe um FAQ com detalhes sobre o conteúdo dos CDs e a entrega.
Qualquer pessoa pode solicitar o envio de CDs gratuitos do Ubuntu,
mas como eles são enviados do exterior e (segundo a FAQ) não têm
declaração de valor, eventualmente a Receita (federal ou estadual)
cobra, possivelmente pelo valor estimado – principalmente nos casos em
que a encomenda é de uma grande quantidade de CDs. O FAQ do Ubuntu tem
algumas informações úteis (procure pelo título “Will I have to pay
taxes/duties?”) para quem tem dúvidas sobre o assunto ou recebeu o
aviso de cobrança da Receita. Há até um exemplo de carta para enviar às
autoridades responsáveis para explicar a situação e solicitar a
isenção, além de outras dicas. Veja mais detalhes sobre o que fazer quando a Receita cobra impostos sobre os CDs gratuitos do Ubuntu?
Live CDs: Linux sem instalação
Algumas distribuições são especialmente disponibilizadas na forma
de Live CDs, capazes de rodar diretamente do CD e dispensando
instalação no disco de seu computador – uma boa forma de ter seu
primeiro contato. É fácil encontrá-los encartados em revistas de
informática nas bancas de jornal, mas você também pode fazer o download
e gravar seu próprio CD. Depois, basta certificar-se de que seu micro
aceita inicializar pelo drive de CD (a maior parte dos micros
produzidos nos últimos 5 anos aceita, mas às vezes é necessário alterar
uma opção na BIOS – se tiver dúvida, consulte aquele seu primo
técnico!), inserir o CD no drive e ligar o computador.
Veja abaixo alguns exemplos de Live CDs. Há muitos outros, e não é difícil encontrá-los.
Se precisar de dicas sobre como fazer o download, leia o capítulo anterior deste guia.
Gravando o CD
Se você tem um gravador de CD funcionando em Linux, queimar um CD
com esta imagem ISO pode ser bastante simples, bastando usar os
utilitários incluídos na própria distribuição (sugiro o excelente k3b).
Mas muitos usuários interessados em um primeiro contato com o Linux
só podem gravar CDs a partir do Windows. Para estes, também há soluções
– a maior parte dos programas de gravação de CDs incluem funções para
gravar a partir de arquivos de imagem. Abaixo há 2 procedimentos (para
o Nero e o Easy CD Creator) como exemplo, mas note que eu nunca testei
nenhum deles – nem disponho de uma máquina Windows para experimentar.
Estas dicas de gravação foram obtidas na documentação do Mandrake Linux.
Para gravar um CD de imagem ISO no Nero Burning Rom, vá em
File/Burn Image. No diálogo, clique no “Image files (*.nrg)” e
selecione “All files (*.*)”. Selecione a sua imagem ISO e confirme. No
diálogo seguinte, verifique: tipo da imagem: Data mode 1. Block size:
2048. Image header: 0. Image trailer: 0. Clique em Ok, e certifique-se
de que no próximo diálogo as opções “write” e “finalize” estejam ativas.
Para gravar no Easy CD Creator, vá em File / Create CD from disc
image. No campo “Files of type”, selecione “ISO image files”. Agora é
só selecionar seu arquivo, e ele fará o resto por você.
Usuários experientes de Linux podem querer ver o conteúdo da imagem
ISO sem ter que queimar um CD. A mesma técnica pode ser utilizada para
instalações via HD ou via rede, se a distribuição de Linux suportar. O
comando para montar sua imagem ISO como se fosse um CD é: mount -o loop,unhide -t iso9660 -r nome-da-imagem.iso /mnt/iso
Nota: o diretório /mnt/iso tem que ter sido criado previamente.
Conclusão
Procurei demonstrar que gravar sua própria cópia de Linux não é uma
tarefa difícil, e está ao alcance de todos. Se você não tem acesso a
uma conexão rápida com a Internet ou a um gravador de CD, pode optar
pelas empresas citadas, que vendem cópias baratas a partir de arquivos
obtidos na Internet. E se você grava seus próprios CDs, não esqueça de
doá-los após o uso, ajudando a tornar o Linux mais acessível!
(c) 2005 Augusto Campos (
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